O palácio dos marqueses de Alegrete à Mouraria: do palácio ausente à memória do sítio
DOI :
https://doi.org/10.48751/CAM-2016-5220Mots-clés :
Lisboa, Barroco, Palácio, Urbanismo, Marquês de AlegreteRésumé
Mandado construir por Manuel Telles da Silva (1641-1709), 2.º conde de Vilar Maior e 1.º marquês de Alegrete, e ficando conhecido pelo seu título, este sumptuoso palácio edificado junto à cerca fernandina destacou-se como uma importante casa nobre no contexto da arquitetura civil da capital do início de setecentos. Foi demolido em 1946 registando uma vida longa e conturbada, em virtude das modificações provocadas por sucessivas adaptações sociais e urbanas. Neste artigo propomos apresentar, com base em diversos fundos documentais maioritariamente municipais, algumas reflexões em torno deste edifício em dois momentos específicos: o da sua fundação e construção inicial, e o dos anos que corresponderam à sua degradação e demolição, bem como sobre quem o habitou, para além da sua relação com o conjunto urbano envolvente.
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© Maria Alexandra Trindade Gago da Câmara e Teresa Campos-Coelho 2016

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