O Montepio Literário e a Revolução de 1820. Princípios mutualistas para professores e homens de letras (1813-1821)
DOI :
https://doi.org/10.48751/CAM-2021-1563Mots-clés :
Mutualismo, Filantropia, Professores, Homens de letras, Revolução de 1820Résumé
A profissionalização dos professores régios e as constantes reivindicações apresentadas à Coroa por elementos deste grupo social revestiram uma expressão organizada, depois de 1813, com a criação do Montepio Literário. Esta associação mutualista, moderna nos seus propósitos e atuação, congregou professores e homens de letras. O termo que aprovou o compromisso do Montepio Literário foi assinado por pouco mais de 130 indivíduos e apresentado à Regência e ao Desembargo do Paço, para consulta e aprovação. Este artigo analisa a fundação desta associação previdencial mutualista, o historial de reivindicações e petições do Montepio Literário, o crescimento do número de associados e beneficiados, as críticas que esta agremiação enfrentou e o Manifesto que um dos seus membros fundadores dirigiu às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, após a Revolução de 1820.
Téléchargements
Téléchargements
Publiée
Comment citer
Numéro
Rubrique
Licence
© Ana Cristina Araújo 2021

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale 4.0 International.
Les auteurs conservent le droit d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication. L'œuvre est simultanément placée sous licence Creative Commons Attribution License CC BY-NC 4.0 qui permet de partager et d'adapter le texte à condition que sa paternité soit correctement attribuée avec mention de la publication initiale dans cette revue.







