Linguística: Revista de Estudos Linguísticos da Universidade do Porto
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<p><em>Linguística – Revista de Estudos Linguísticos da Universidade do Porto</em> aceita propostas de artigos originais sobre qualquer tópico da Linguística, resultado de investigação fundamental e aplicada, em qualquer quadro teórico.</p>Faculdade de Letras da UPpt-PTLinguística: Revista de Estudos Linguísticos da Universidade do Porto1646-6195<p> </p> <p> </p>Oswald Ducrot (27/11/1930 – 08/06/2024)
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<p>.</p>Isabel Margarida Duarte
Direitos de Autor (c) 2024 Linguística: Revista de Estudos Linguísticos da Universidade do Porto
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2024-12-232024-12-2319192196Teresa Brocardo in memoriam (1959-2023)
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<p>.</p>Isabel Margarida Duarte
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2024-12-232024-12-2319184190Volume completo
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<p>.</p>
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2024-12-232024-12-2319A gramaticalização de "a gente" em Português Europeu: um estudo baseado em corpus
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<p>Neste trabalho, pretendemos estudar o processo de gramaticalização de <em>a gente</em>, que decorreu entre o século XIII e o século XX (Lopes, 2004), confrontando os usos distintos da fase inicial da gramaticalização, correspondente ao período medieval, e da fase final (séculos XIX e XX). Para tal, constituímos um <em>corpus</em> composto por 156 excertos, extraídos do Corpus Informatizado do Português Medieval (CIPM) e do Corpus do Português (CP) – subdividido em CP-Ficção e CP-News. Em geral, os resultados obtidos corroboram o que é referido noutros trabalhos sobre este processo de evolução (Nascimento, 1989; Menuzzi, 2000; Lopes, 2004; Costa & Pereira, 2013). No entanto, descobrimos alguns aspetos relevantes para esta investigação: a utilização de um teste sintático-semântico para a identificação de <em>a gente</em> com traço semântico [φEU], o impacto da regência na concordância verbal e a relação entre os usos e funcionamentos de <em>a gente</em> com as várias tradições discursivas onde surge - os dados do CP- <em>News </em>confirmam a tensão característica do discurso jornalístico entre objetividade e aproximação ao leitor, pois as frequências das interpretações em análise são muito próximas (43,6% vs. 56,4%) e encontramos, inclusive, uma forma verbal na primeira pessoa do plural a concordar com <em>a gente</em>.</p>Ana Filipa FonsecaClara Barros
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2024-12-232024-12-2319733The impact of corrective feedback on EFL learners’ acquisition of regular and irregular past simple forms: evidence from a Portuguese context using a picture description task
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<p>Corrective Feedback (CF) is a common practice in the foreign language classroom and constitutes a topic of interest for both language teachers – who have to decide whether to correct their students, when and how – and for L2 researchers – who are interested in testing the efficacy of CF techniques in L2 acquisition. Conducted in a state school in Portugal, this quasi-experimental study investigated the effects of three CF strategies – recasts, prompts and explicit correction – and of no feedback on the acquisition of English regular and irregular past tense forms. 166 9<sup>th</sup>-grade Portuguese students (and their five teachers) took part in the study and were tested in a pretest-posttest design. Comparisons of group means using ANOVA revealed a significant effect for test time. Post-hoc analyses revealed that the Prompt group significantly outperformed both the Explicit Correction group and the Recast group in the production of regular past tense items and showed significant improvement between the Pretest and Posttest 2 in the use of irregular past tense.</p>Ana Rita Faustino
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2024-12-232024-12-23193459Caso de estudo: os docentes de alemão como língua estrangeira nas universidades portuguesas - impulsionadores do ensino digital em tempos de pandemia de Covid-19 e posteriormente
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<p>A pandemia Covid-19 deu um enorme impulso à digitalização do ensino universitário. Um desafio central consistiu na conversão e adaptação <em>ad hoc</em> de cenários de ensino presencial para formatos de ensino digital, respeitando as diretrizes, tanto do ministério como das universidades. No decurso desta transição, os docentes assumiram um elevado nível de responsabilidade, na medida em que tiveram de tomar decisões didáticas autónomas na implementação do ensino digital. Este artigo centra-se no papel dos docentes como força motriz da digitalização do ensino de alemão como língua estrangeira nas universidades portuguesas, no contexto da pandemia. Os dados obtidos através do estudo qualitativo aqui apresentado permitiram a análise das experiências dos docentes e estudantes de alemão como língua estrangeira durante a pandemia. Concluímos que, apesar da rápida disponibilização de formações dedicadas à utilização de ferramentas digitais, por parte das universidades, e do empenho de docentes e estudantes, o ensino digital exige não só pré-requisitos técnicos e competências digitais, mas sobretudo uma didática digital especificamente orientada para o ensino de línguas estrangeiras no contexto universitário. A colmatação desta lacuna constitui, num futuro próximo, um desafio central no processo da definição de estratégias adequadas para o ensino digital das línguas.</p>Anette KindSimone Madeleine Auf Der Maur
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2024-12-232024-12-23196084Os anos da mecanização (1940-1980): uma história da Tradução Automática
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<p>Narra-se uma história da Tradução Automática (TA) dos anos 1940-1980 a partir da Historiografia Linguística e do conceito de programas de investigação. Para tanto, duas perguntas são estabelecidas em função do período histórico selecionado: (1) Quais as características das ferramentas tecnológicas nesses anos?; (2) Quais impactos estão presentes nesses anos em relação à atuação do tradutor humano? O percurso metodológico adotado para apresentação de resultados neste artigo estabeleceu-se em três fases: 1ª. fase heurística: definição da periodização; seleção/tratamento do <em>corpus</em>; 2ª. fase hermenêutica: estabelecimento de diretrizes para a análise; 3ª. fase expositiva: apresentação de resultados em uma narrativa historiográfica. O material de análise foi organizado e hierarquizado em dois grandes conjuntos: documentos sobre funcionalidades e ferramentas; documentos sobre a história da TA. Argumenta-se, neste artigo, que em cerca de 40 anos a TA se caracterizou por iniciativas e empreendimentos de um programa de mecanização que começou a alterar o perfil do tradutor e sua inserção profissional.</p>Ronaldo de Oliveira BatistaLuciana Debonis
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2024-12-232024-12-231985100Preposição: uma categoria intermediária no continuum léxico > gramática
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<p>A partir de uma perspectiva cognitivista e multissistêmica de concepção de língua(gem), neste artigo revisita-se a classe das preposições no português, rediscutindo seu conceito e sua tradicional categorização quanto à forma e quanto à função. O cerne da discussão consiste numa propositura de categorização das onze preposições essenciais mais produtivas do português segundo a prototipia dos itens, definida com base numa matriz de traços que combina critérios categoriais (grau de gramaticalização), sintáticos (potencial de transitividade) e cognitivos (representação espacial concreta e metafórica). Nessa metodologia de análise, os exemplares mais prototípicos da classe são aqueles que combinam o maior número de traços na matriz, ao passo que os mais periféricos são aqueles que apresentam menos traços definidores da categoria. Os resultados obtidos sinalizam para uma especialização de uso dos exemplares mais periféricos na função de afixo.</p>Sueli Maria Coelho
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2024-12-232024-12-2319101128Orações interrogativas com qual: análise gramatical e variação português europeu / português brasileiro
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<p>Este artigo discute a distribuição do morfema interrogativo <em>qual</em> em interrogativas diretas e indiretas, considerando quatro grandes tipos de contextos sintáticos: predicações equativas (<em>qual</em> [<em>ser</em> SN]), construções partitivas (<em>qual de</em> SN), construções com <em>qual </em>adnominal (<em>qual</em> N¢) e construções com <em>qual </em>associado a formas nominais nulas (<em>qual </em>[]<sub>N</sub><sub>¢/<em>de</em>SN</sub>]). Avalia-se, a partir de dados de extensos <em>corpora</em> de texto jornalístico, a prevalência de cada contexto e de fenómenos gramaticais suplementares, como o truncamento de toda a frase após o constituinte interrogativo (<em>sluicing</em>), a inserção de <em>é que</em> e a omissão do segundo SN em construções equativas. Exploram-se ainda, com algum pormenor, aspetos da variação português europeu (PE) / português brasileiro (PB), que envolvem essencialmente o uso de <em>qual </em>adnominal, forma muito frequente em PB, mas quase residual em PE, a não ser em interrogativas diretas superficialmente coincidentes com o constituinte interrogativo. É ainda avaliado o papel de três fatores que parecem favorecer o uso de <em>qual </em>adnominal em PE contemporâneo: a presença de preposições no constituinte interrogativo, a explicitação de alternativas de resposta e o estabelecimento de ligações anafóricas a expressões nominais precedentes. Nas análises, têm-se em conta, suplementarmente, dados de texto literário português dos séculos XVI a XX. É ainda brevemente avaliada a competição entre as formas equivalentes <em>qual</em> N¢ e <em>que </em>N¢ em português brasileiro.</p>Telmo Móia
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2024-12-232024-12-2319129156Analyzing GPT-4 misinterpretations of russian grammatical constructions
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<p>Generative Pre-trained Transformers (GPTs), which are Large Language Models (LLMs) primarily trained on datasets dominated by English texts, can incorporate inaccuracies into their final outputs. The training data bias presents challenges for accurate performance in non-Roman script languages, such as Russian. Challenges are specifically expected with grammatical constructions in Russian which are colloquial, idiomatic, and non-compositional. Although the empirical investigation reveals that, overall, GPT-4 performs well with the majority of Russian grammatical constructions, it still encounters limitations with low-frequency constructions due to insufficient training data, a lack of context, and the influence of the English language.</p>Timofei Plotnikov
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2024-12-232024-12-2319157182Espaço da direção
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2024-12-232024-12-231934Capa
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2024-12-232024-12-2319