Arquivos imateriais: a programação de cinema no Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca
DOI:
https://doi.org/10.48751/CAM-2015-4276Resumo
Se na sua fundação, em 1991, a missão e objeto da Videoteca passava tanto pela constituição de uma memória viva da cidade, como pela promoção e disponibilização de material para o estudo do cinema e vídeo - sobretudo daquele produzido em Portugal -, a integração deste serviço no Arquivo Municipal, em 2011, exigiu uma reformulação destes princípios. Em 2015, e após um período de interregno, a programação de cinema voltou então à Videoteca com uma nova missão: contribuir para a escrita da história da cidade e, talvez sobretudo, pelas características específicas do cinema, e do vídeo em particular, descobrir os modos pelos quais os filmes repensam e até reinventam ou imaginam a cidade enquanto lugar, isto é, espaço habitado. Este pequeno artigo apresentará brevemente as linhas e as iniciativas de programação de cinema que o AML-Videoteca desenvolveu (e ainda está a desenvolver) ao longo deste ano e pretende contribuir para uma reflexão mais alargada sobre a contribuição do cinema para uma história e um pensamento sobre Lisboa.
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Direitos de Autor (c) 2015 Inês Sapeta Dias

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