Corsários argelinos na Lisboa do século XVIII: um perigo iminente
DOI:
https://doi.org/10.48751/CAM-2015-3251Palavras-chave:
Lisboa, Defesa portuária, Corso e pirataria, Corsários argelinos, CativosResumo
Dois dias após o Grande Terramoto de Lisboa, o secretário de estado Sebastião José de Carvalho e Melo pede ao marquês estribeiro-mor que mande colocar militares de vigia ao longo do porto de Lisboa para evitar possíveis ataques de corsários argelinos. Quem eram estes corsários e o que pretendiam? Porque rondavam o estuário do Tejo? São perguntas a que pretendemos responder neste artigo e perceber porque, num tempo em que urgia resolver os problemas causados pela destruição provocada pelo sismo, os governantes se preocupavam com ataques corsários.
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